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Escreva o Seu Nome na Lua

certificado-nasa

A NASA quer que o seu nome fique conhecido também na Lua! Essa é a idéia de um programa da entidade que incentiva o internauta a inscrever seu nome no programa LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter), cuja nave espacial de mesmo nome vai para o ambiente lunar ainda este ano.

Tudo o que o usuário precisa fazer é preencher nome e sobrenome neste link, sendo que tais dados ficarão gravados em um chip a bordo do LRO. Com o nome enviado, será oferecido um certificado de participação que você tem a opção de imprimir. A data final para colocar sua “graça” é o dia 27 de junho.

E, para quem não sabe, o projeto LRO tem como principal objetivo a “conquista da Lua, através da localização de lugares seguros para aterrisagem, a detecção de recursos potenciais, caracterizar a radiação do ambiente”.

Não deixe de participar!!! ;-)

FONTE: msn.techguru.com.br

Kamassutra Informático ;-)

kamasutra Informático

Como sou bom rapaz, é por isso que evito o Hardware! lol ;-)

Imprimir Arquivos Binários em C

Ao desenvolver o meu projecto académico da cadeira de Fundamentos de Programação I/2007, em linguagem C, juntamente com o Nelson Neto, resolvi adicionar a funcionalidade de impressão de registos armazenados em ficheiros binários.

Mas enquanto implementavamos a função deparamo-nos com o facto de que no Sistema Operacional Linux não existe o ficheiro standard stdprn que representa a impressora padrão do sistema no windows. Por isso criamos um ficheiro denomidado IMPRESSORA.txt que recebia os dados a serem imprimidos na impressora padrão, procedimento que descreverei na devida altura.

Para adicionarmos os dados ao ficheiro de impressão analisamos o funcionamento da função fprintf, (fprintf(FILE *fich, const char *format, …) - em que o parâmetro inicial corresponde ao ficheiro onde o processamento será realizado), quando pretende-se apresentar os dados no monitor usando o ficheiro standard stdout.

fprintf(stdout,”Nome: %s”, x.nome);//Surge na tela “Nome: Leivan de //Carvalho”; nome contido em x.nome

Para o nosso caso, usamos o ficheiro IMPRIMIR.txt

fprintf(IMPRIMIR.txt ,”Nome: %s”, x.nome); //Envia-se para o ficheiro //IMPRIMIR.txt “Nome: Leivan Carvalho”; nome contido em x.nome

Como para cada ficheiro já haviamos criado as suas respectivas funções que permitiam mostrar o seu conteúdo na tela, bastou-nos somente indicar como saída o ficheiro IMPRIMIR.TXT.

//Função mostrar_Inf_pessoal_Cand
//Parâmetros: ficheiro onde serão apresentados os dados e o registo a ser mostrado
void mostrar_Inf_pessoal_Cand( FILE *fp, P_INF_PESSOAL_CAND x )
{
system( “clear” );
getchar();
fprintf( fp, “\n\n\t\t\t *|**|* INFORMACOES PESSOAIS *|**|*\n\n” );
fprintf( fp, “\t\t\t\t\t***\n” );
fprintf( fp, “\tNUMERO REGISTO: %lu\n”,x.num_reg );
fprintf( fp, “\tNumero de aluno: %lu\n”,x.num_aluno );
fprintf( fp, “\tNome: %s”,x.nome );
fprintf( fp, “\tCurso: %s\n”,x.curso );
fprintf( fp, “\tAno: %hu\n”,x.ano_curso );

//    (…)
}

mostrar_Inf_pessoal_Cand( IMPRIMIR.TXT, P_INF_PESSOAL_CAND x );

Agora, tendo já os dados no ficheiro IMPRIMIR.TXT, bastou-me escrever o código que activasse o processo de impressão. Considerando o comando do LINUX para impressão na impressora padrão (lp arquivo.txt).

Código:

fp4=fopen(”IMPRIMIR.txt”,”wb“);//Abertura do ficheiro em modo de escrita binario

mostrar_Inf_pessoal_Cand(fp4,a);//Escreve a P_inf_familiar em IMPRIMIR.txt

fclose(fp4);//Fecho do ficheiro

system(”lp IMPRIMIR.txt”);//comando ‘lp’ enviar o ficheiro para a impressora padrao

E voila !!! Essas são as 4 linhas mais importantes para o processo de impressão, bastará colocá-las nos locais do seu código em que desejar, com algumas manipulações e funcionará!

Os procedimentos são de minha autoria (gerado em momento de adrenalina devido a “inovação” e tempo escasso lol ), portanto e se existir algum meio menos trabalhoso para se efectuar o processo de impressão gostaria de ter acesso ao mesmo. Por isso, estou aberto a novas informações!

Programação literária

Esse é um conceito que eu desconhecia e por achá-lo bastante interessante aqui  o reproduzo:

” Programação literária é uma filosofia de programação de computadores baseada na premissa que um programa de computador deve ser escrito tendo a legibilidade humana como principal objetivo, similar a um trabalho de literatura. De acordo com essa filosofia, programadores devem almejar um estilo “literário” em sua programação tanto quanto escritores buscam um estilo inteligível e articulado em sua escrita. Essa filosofia contrasta com a visão mais comum que diz que o objetivo principal ou único do programador é criar código fonte e que a documentação deve ser apenas um objetivo secundário.

Na prática, programação literária é atingida pela combinação da documentação (legível por humanos) e código fonte (legível pela máquina) em um único arquivo (ficheiro) fonte, de modo a manter uma correspondência próxima entre a documentação e o código fonte. A ordem e a estrutura desse arquivo são especificamente projetadas para auxiliar a compreensão humana: código e documentação juntos são organizados em ordem lógica e/ou hierárquica (tipicamente de acordo com um esquema que acomode explicações detalhadas e comentários como necessárias). Ao mesmo tempo, a estrutura e o formato dos arquivos fontes acomodam utilitários externos que geram documentação do programa e/ou extraem o código legível por máquina dos mesmos arquivos fontes (para processamento subseqüente por compiladores ou interpretadores).

O primeiro ambiente de programação literária publicado foi WEB, introduzido por Donald Knuth em 1981 para seu sistema de tipografia TeX; ele usa Pascal como sua linguagem de programação subjacente e TeX para tipografia da documentação. “

Fonte: Wikipedia 

E-mail - 10 Dicas Para Um Bom Uso

As boas dicas que o jornalista Adriano Silva elenca no livro
Tudo o que Aprendi Sobre o Mundo dos Negócios:

1. E-mail é documento: verifique se é necessário gerar um e lembre-se de que tudo ficará registrado.  

2. Não use e-mail para discutir: prefira fazer isso pessoalmente, e use a internet para formalizar o que foi combinado.

3. E-mail é uma ferramenta racional: nada de PowerPoint com musiquinha, poesia ruim e foto de bichinho. 4. E-mail não é bom quando se tem pressa: se é “para ontem”, use o telefone.

5. Use com moderação o “cc” e o “cco”: será que o que você tem a falar interessa a tanta gente?

6. Jamais comente e-mails que foram enviados a você como cópia oculta: eles são “para seu conhecimento”, não “para sua providência”.

7. Cuidado ao encaminhar mensagens: você pode expor quem confiou na sua discrição.

8. Responda rápido! Não responder um e-mail é deixar alguém falando sozinho.

9. Prefira “responder” a “responder a todos”: você fará um bem se excluir de sua resposta o máximo de destinatários.

10. Use um tom extra de gentileza: isso lhe ajudará a soar mais afável, uma vez que a palavra escrita é sempre mais rígida.

Fonte: Portal Revista VIP

Grupo Mandriva promete lançar 10 mil computadores para escolas angolanas

 Mandriva

O grupo romeno de software “Mandriva” promete lançar no próximo ano 10 mil computadores para as escolas angolanas, anunciou hoje, sexta-feira, em Luanda, o presidente da organização, François Bancilhon.

O facto foi anunciado a saída da audiência que lhe foi concedida pelo primeiro-ministro angolano, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

François Bancilhon informou que os computadores estarão disponíveis a preços acessíveis e terão um software desenvolvido por quadros angolanos, que se designará “angolinux”.

Por sua vez, o presidente do conselho de pesquisa das universidades da Roménia, Ioan Dumitrache, também presente na audiência com o primeiro-ministro, manifestou o interesse em cooperar com as autoridades angolanas na formação de quadros.

Ioan Dumitrache sublinhou haver já uma tradição na formação de quadros angolanos, pelo que estuda com as autoridades de Angola a possibilidade de continuar a forma-los nos domínios de informática e tecnologias de informação.

As duas individualidades ligadas à informática e tecnologias da informação da República da Roménia participam em Luanda, desde quarta-feira, no II fórum das tecnologias de informação que encerra hoje.

fonte: Angop

AngolaOS

Trata-se da versão beta do Linux “tipicamente” Angolano.

Desenvolvido por Benone Marcos aka seckt0r, o AngolaOS (aOS) encontra-se baseado no Slackware, e deste modo usa o sistema de pacotes  pkgtool (.tgz) e o sistema de inicialização BSD.

Faça download do SO no site www.tiangola.com e junte-se à comunidade dando o seu contributo para o desenvolvimento do sistema.

tux.png

És Geek?

57% Geek

Tucson Dating

Faça também o seu teste e saiba o quanto Geek tu és!!!

É simples e engraçado, e encontra-se dividido por gênero. ;)

65% Até que não sou tanto :) !!!!

Saiba mais sobre Geek

Fotos por Satélites

No site Visible Earth, da NASA, encontra-se Fotos tiradas por satélites. Estão disponíveis em várias resoluções para download.

Podem ser feitas pesquisas por regiões e, como não pode faltar, está lá Angola.
Visitem porque não faltarão opções de wallpaper’s para o vosso querido ambiente de trabalho.

                          Globo

GPS - GLONASS - GALILEO

Neste post apresento o resultado da pesquisa solicitada pelo professor da cadeira de Comunicação por Computadores, sobre os sistemas de satélites similares ao famoso GPS.

 

 

GPS 

O Sistema de Posicionamento Global, vulgarmente conhecido por GPS (do acrónimo do inglês Global Positioning System), é um sistema de posicionamento por satélite, por vezes incorrectamente designado de sistema de navegação, utilizado para determinação da posição de um receptor na superfície da Terra ou em órbita.

O sistema foi declarado totalmente operacional apenas em 1995. Seu desenvolvimento custou 10 bilhões de dólares. Consiste numa “constelação” de 28 satélites sendo 4 sobressalentes em 6 planos orbitais. Os satélites GPS, construídos pela empresa Rockwell, foram lançados entre Fevereiro de 1978 (Bloco I), e 6 de Novembro de 2004 (o 29º). Cada um circunda a Terra duas vezes por dia a uma altitude de 20200 quilômetros (12600 milhas) e a uma velocidade de 11265 quilômetros por hora (7000 milhas por hora).

O sistema GPS foi criado e é controlado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos da América, DoD, e pode ser utilizado por qualquer pessoa, gratuitamente, necessitando apenas de um receptor que capte o sinal emitido pelos satélites.  O sistema está dividido em três partes: espacial, de controlo e utilizador. O segmento espacial é composto pela constelação de satélites. O segmento de controlo é formado pelas estações terrestres dispersas pelo mundo ao longo da Zona Equatorial, responsáveis pela monitorização das órbitas dos satélites, sincronização dos relógios atómicos de bordo dos satélites e actualização dos dados de almanaque que os satélites transmitem. O segmento do utilizador consiste num receptor que capta os sinais emitidos pelos satélites. Um receptor GPS (GPSR) descodifica as transmissões do sinal de código e fase de múltiplos satélites e calcula a sua posição com base nas distâncias a estes. A posição é dada por latitude, longitude e altitude, coordenadas geodésicas referentes ao sistema WGS84.

 GLONASS

O GLONASS (Global Navigation Satellite System) é um sistema de posicionamento geográfico, similar ao GPS, conta com uma constelação de 24 satélites divididos em três órbitas, pertence à Federação Russa. O primeiro satélite GLONASS foi lançado em 12 de Outubro de 1982, mas tinha apenas objectivos militares, datando a versão comercial do sistema apenas de 1993.

Uma constelação completa do GLONASS será composta de 24 satélites em 3 planos orbitais – 8 satélites por plano. Os planos tem a inclinação de 64.8° que é maior que os planos orbitais do GPS (55°) – isto é um benefício para os usuários localizados em latitudes altas (ou baixas) já que os satélites GLONASS viajam muito mais ao norte (ou sul) que os satélites GPS.

Os satélites GLONASS orbitam à uma altitude de 19,100km – mais baixo que a órbita do GPS de 20,200km. Esta órbita mais baixa significa que os satélites GLONASS completam uma em volta da Terra em 11horas e 15minutos – comparado às 11horas e 58minutoss para a órbita do GPS. 

Segundo Parkinson e Spilker (2006) o propósito do sistema global de navegação por satélite GLONASS é prover a um número ilimitado de usuários com serviços de posicionamento tridimensional, medida de velocidade e de tempo em qualquer lugar do globo terrestre e em qualquer condição climática.

 

GALILEO 

Galileo é um Sistema de Posicionamento Global por satélite europeu. Concebido desde o início como um projecto civil, em oposição ao GPS americano e ao GLONASS russo que são de origem militar, tendo, várias vantagens: maior precisão (ainda a ser confirmado em testes reais), maior segurança (possibilidade de transmitir e confirmar pedidos de ajuda em caso emergência) e menos sujeito a problemas (o sistema tem a capacidade de testar a sua integridade automaticamente). Além disso, o sistema será inter-operável com os outros dois sistemas já existentes, permitindo uma maior cobertura de satélites.

O sistema completo incluirá 30 satélites, dos quais 3 ficarão em reserva como suplentes caso sejam necessários, e prevê-se a sua entrada em funcionamento em 2010, embora com um atraso de dois anos face às perspectivas iniciais.

Os primeiros sinais Galileo foram transmitidos no dia 12 de Janeiro de 2006 pelo satélite GIOVE-A que tinha sido colocado em órbita a 28 de Dezembro de 2005. Em construção está o GIOVE-B, o segundo satélite de teste.